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Qual a causa do vômito de espuma branca?

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vômito de espuma brancaO vômito de espuma branca pode gerar pavor em muitos tutores. Mas o problema nem sempre é aviso de distúrbios graves. Uma das causas mais comuns é a ingestão de grama. É um indicativo de que o animal talvez não esteja em dia com os vermífugos ou comeu algo que provocou desconforto abdominal e está tentando fazer uma ”lavagem estomacal”.

Causas do vômito de espuma branca

Sem dúvida o vômito sugere que algo não vai bem no organismo do animal. Mesmo que seja um evento esporádico e passageiro, nunca é demais buscar ajuda de um veterinário. Ele terá condições de esclarecer a condição do animal por meio de exames clínicos. O aspecto do vômito traz algumas pistas. A começar pela espuma branca. Trata-se apenas do produto da mistura da saliva com ácidos e muco do estômago.

Episódios de vômito com essas características podem acontecer, por exemplo, quando um pet sofre indigestão, ou seja, comeu algo algum tempo antes que não lhe fez bem. Outra possibilidade é um jejum prolongado, de ocorrência comum, pela manhã, com  exemplares de raças de pequeno porte. E ainda com os pets mais agitados, correndo e pulando em ritmo incessante. O vômito, nessas circunstâncias, não é motivo para alarme, desde que o mal-estar desapareça após as brincadeiras.

Sinal de alerta

Os casos preocupantes de vômito com espuma branca são os decorrentes das seguintes doenças: irritação da mucosa gástrica pela ingestão de corpos estranhos; gastrite, cinomose (que afeta o sistema neurógico do cão) e parvovirose (vômito com sangue e diarréia); obstrução gastrointestinal (risco de necrose do intestino); torção gástrica (cães de grande porte que comem apenas uma vez ao dia e o fazem de forma voraz).

‘’O aspecto do vômito auxilia na identificação de qual órgão pode estar comprometido, além de indicar se há mais alterações associadas’’, acrescenta Rafael Fonseca, médico-veterinário da Petz.

Face às dúvidas do que fazer e das consequências que podem advir para a saúde e sobrevivência do pet, não há espaço para hesitação. Somente o veterinário é capacitado para formular um diagnóstico correto. Importante é informar a ele a rotina do animal, há quanto tempo vem apresentando sintomas, se está com a carteira de vacinas e desvermifugação atualizada.

O cuidado se estende ainda à alimentação. É primordial acompanhar de perto a dieta do animal. Reações a mudanças de ração e rejeição a determinados ingredientes também provocam vômito,  enjôos e ânsias. Inquietação, apatia, prostação e falta de apetite são sinais clínicos relevantes que o tutor deve observar para a melhor conduta do veterinário.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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