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    <title>Panorama PetVet</title>
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    <description>O Panorama PetVet é uma plataforma de notícias relevantes sobre tendências e oportunidades de negócios no setor Pet e Veterinário. Acesse!</description>

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        <title>Panorama PetVet</title>
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            <item>
            <title>Inscrições para bolsas de até R$ 2,8 mil para UTI Veterinária se encerram nesta semana</title>
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            <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 09:30:00 +0000</pubDate>
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            <dc:creator><![CDATA[Felipe Siqueira]]></dc:creator><category><![CDATA[Vet Smart]]></category><category><![CDATA[Veterinária]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Destaque]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Educação]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Pós-graduação]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Últimas]]></category><media:content url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/inscricoes-para-bolsas-de-ate-rs-2-8-mil-para-UTI-Veterinaria-se-encerram-nesta-semana-1200x675.webp" medium="image" /><enclosure url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/inscricoes-para-bolsas-de-ate-rs-2-8-mil-para-UTI-Veterinaria-se-encerram-nesta-semana-1200x675.webp" length="25708" type="image/jpeg" />
            <description><![CDATA[<p>Iniciativa da WeVets, em parceria com a Ebramev Educação,<br />
engloba pós-graduação com mais de 4 mil horas de treinamento </p>
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            <content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-feed"><img src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/inscricoes-para-bolsas-de-ate-rs-2-8-mil-para-UTI-Veterinaria-se-encerram-nesta-semana-1200x675.webp" alt="para UTI Veterinária se encerram nesta semana" loading="lazy" decoding="async" /></figure>
<p>Se encerram no próximo domingo, dia 15, as inscrições para o programa de bolsas presenciais de até R$ 2,8 mil, destinados ao aprimoramento profissional em terapia intensiva <a href="https://panoramapetvet.com.br/veterinaria/">veterinária</a> (UTI). A iniciativa é da WeVets em parceria com a Embramev Educação.</p>



<p>O programa inclui uma pós-graduação na modalidade especialização (lato sensu), com <strong>4,2 mil horas de treinamento supervisionado, divididas entre 360 horas para teoria e 3.840 voltadas à prática</strong>, com imersão em hospitais de alta complexidade na capital paulista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Remuneração</h2>



<p>Focado em dedicação exclusiva, o programa oferece bolsas de R$ 2 mil para o primeiro ano e R$ 2,5 mil para o segundo. Em ambos os casos, além da remuneração, <strong>os cursos são inteiramente subsidiados e há um acréscimo de R$ 300 para auxílio de transporte, levando os valores ao montante de até R$ 2,8 mil por mês</strong>.</p>



<p>Segundo a médica veterinária e supervisora na WeVets, Carol Marques, a iniciativa existe para que um nicho de mercado tenha maior qualificação profissional. Geralmente, novas vagas abrem a cada seis meses, incluindo diferentes áreas, como clínica médica e anestesiologia.</p>



<p>Para o ramo de UTIs, especificamente, os perfis são mais complexos para lapidar, de acordo com a especialista. “Temos alguns recém-formados em UTIs, mas é uma área que demanda um pouco mais de experiência de plantões, especialmente na parte de soft skills, com capacidade de resolução rápida em emergência”, explicou à reportagem do <a href="https://panoramapetvet.com.br/"><strong>Panorama PetVet</strong></a>.</p>



<p>Não existe uma garantia de contratação ao final do curso. Porém, nas últimas rodadas, o índice de adesão a equipes da WeVets girou em torno de 98%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviço</h2>



<p>As inscrições são gratuitas, podem ser feitas por meio <a href="https://www.ebrameveducacao.com.br/residencia-multidisciplinar" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><strong>deste link</strong></a> e vão até o próximo domingo, 15 de março, e podem ser realizadas no site da Ebramev. Ao todo, serão até dez vagas. A concorrência ocorre em cinco etapas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Prova teórica, em 16 de março</li>



<li>Entrevista e prova prática, em 17 de março</li>



<li>Liberação de aprovados, até 19 de março</li>



<li>Onboarding na unidade Butantã da WeVets, entre 23 e 27 de março</li>



<li>Início das atividades, em 30 de março</li>
</ul>



<p>Entre os documentos necessários estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diploma ou protocolo de conclusão da graduação</li>



<li>Histórico escolar completo</li>



<li>Carteira de registro profissional ou protocolo CRMV</li>



<li>Currículo atualizado</li>
</ul>



<p>São permitidas inscrições de profissionais com graduação em Medicina Veterinária, provenientes de instituições reconhecidas pelo MEC, e com registro CRMV &#8211; ou protocolo iniciado.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>        </item>
            <item>
            <title>Pets não convencionais representam 39% da população pet</title>
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            <pubDate>Mon, 09 Mar 2026 14:06:15 +0000</pubDate>
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            <dc:creator><![CDATA[Juliana de Caprio]]></dc:creator><category><![CDATA[Indicadores]]></category><category><![CDATA[Mercado]]></category><media:content url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pets-nao-convencionais-representam-39-da-populacao-pet-1200x675.webp" medium="image" /><enclosure url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pets-nao-convencionais-representam-39-da-populacao-pet-1200x675.webp" length="37116" type="image/jpeg" />
            <description><![CDATA[<p>A composição da população pet brasileira está mais diversificada. Dados recentes da Abempet indicam que os animais não convencionais já correspondem a 39% do total de pets no país, refletindo [&#8230;]</p>
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            <content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-feed"><img src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/pets-nao-convencionais-representam-39-da-populacao-pet-1200x675.webp" alt="Pets não convencionais representam 39% da população pet" loading="lazy" decoding="async" /></figure><p>A composição da população pet brasileira está mais diversificada. Dados recentes da Abempet indicam que os animais não convencionais já correspondem a 39% do total de pets no país, refletindo mudanças no perfil dos tutores e nas dinâmicas urbanas.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center">População pet no Brasil por categoria<br>(estimativas em milhões e %/total)</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="967" height="627" loading="lazy" src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficosindicadores-09.03-1.webp" alt="" class="wp-image-496358" srcset="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficosindicadores-09.03-1.webp 967w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficosindicadores-09.03-1-300x195.webp 300w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficosindicadores-09.03-1-150x97.webp 150w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="graficosindicadores-09.03-1"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fontes: Abempet – Censo Pet</em></figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center">Crescimento por segmento (últimos três anos)</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="967" height="627" loading="lazy" src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficosindicadores-09.03-2.webp" alt="" class="wp-image-496359" srcset="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficosindicadores-09.03-2.webp 967w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficosindicadores-09.03-2-300x195.webp 300w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficosindicadores-09.03-2-150x97.webp 150w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="graficosindicadores-09.03-2"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fontes: Abempet</em></figcaption></figure>



<p>O crescimento mais acelerado entre répteis e pequenos mamíferos indica expansão de nicho acima da média do mercado tradicional. Para o CEO da Abempet, Caio Villela, a tendência acompanha transformações urbanas, como imóveis menores e maior verticalização, que favorece animais mais autônomos que exigem menos espaço e cuidados mais simples.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Projeção internacional </h2>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mercado global de pets exóticos</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="990" height="627" loading="lazy" src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficosindicadores-09.03-3.webp" alt="" class="wp-image-496360" srcset="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficosindicadores-09.03-3.webp 990w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficosindicadores-09.03-3-300x190.webp 300w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficosindicadores-09.03-3-150x95.webp 150w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="graficosindicadores-09.03-3"><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fontes: Grand View Research</em></figcaption></figure>



<p>O avanço também se reflete no comportamento geracional. Nos Estados Unidos, a geração Z já representa 22% dos tutores de aves e 34% dos donos de pequenos animais, segundo a <em>American Pet Products Association</em>.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>        </item>
            <item>
            <title>Turismo pet friendly entra no radar do governo federal</title>
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            <pubDate>Mon, 09 Mar 2026 09:30:00 +0000</pubDate>
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            <dc:creator><![CDATA[Leandro Luize]]></dc:creator><category><![CDATA[Mercado]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Destaque]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Pet friendly]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Turismo]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Turismo pet friendly]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Últimas]]></category><media:content url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/turismo-pet-friendly-entra-no-radar-do-governo-federal-1200x675.webp" medium="image" /><enclosure url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/turismo-pet-friendly-entra-no-radar-do-governo-federal-1200x675.webp" length="57426" type="image/jpeg" />
            <description><![CDATA[<p>Ministério do Turismo e UNESCO lançam edital para mapear mercado e orientar políticas públicas voltadas a viagens com animais de estimação</p>
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]]></description>

            <content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-feed"><img src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/turismo-pet-friendly-entra-no-radar-do-governo-federal-1200x675.webp" alt="Turismo pet friendly entra no radar do governo federal" loading="lazy" decoding="async" /></figure>
<p>O Ministério do Turismo, em parceria com a UNESCO, lançou um edital para contratar consultoria especializada responsável por elaborar um diagnóstico e mapeamento do segmento de <a href="https://panoramapetvet.com.br/estados-investem-em-selo-pet-friendly/">viagens pet friendly</a> no Brasil.</p>



<p>A iniciativa pretende levantar <strong>dados sobre oferta e demanda em todas as 27 unidades da federação</strong>, além de identificar oportunidades e gargalos que possam orientar o desenvolvimento de políticas públicas e estratégias para fortalecer o turismo voltado a tutores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico nacional do turismo com pets</h2>



<p>O trabalho terá como foco a análise do ecossistema do turismo pet friendly no país, incluindo empreendimentos, destinos, operadores turísticos e experiências que permitam a presença de animais de companhia. Entre os produtos previstos estão três entregas estratégicas. A primeira é um diagnóstico nacional do turismo pet friendly.</p>



<p>A consultoria também deverá desenvolver um <strong>Manual de Boas Práticas voltado a empreendedores e gestores públicos e privados</strong>, com orientações para estruturar estabelecimentos e destinos preparados para receber animais. Outro resultado esperado é a criação de um Guia Nacional de Turismo Pet Friendly, com recomendações sobre convivência e bem-estar animal durante viagens, além de informações sobre destinos e experiências disponíveis no país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mercado pet impulsiona novas experiências</h2>



<p>“A iniciativa reflete o avanço do mercado pet brasileiro e a crescente humanização dos animais de estimação, que passaram a influenciar diretamente as decisões de consumo das famílias”, argumenta <a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/camaras-setoriais-tematicas/documentos/camaras-setoriais/animais-e-estimacao/2025/44a-ro-30-10-2025/release-projecao-2025-setor-pet.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Caio Villela</a>, presidente executivo da Abempet.</p>



<p>Apesar do potencial de expansão, o segmento ainda convive com entraves estruturais. Para Villela, a elevada carga tributária é um dos principais fatores que limitam o crescimento do mercado, hoje estimado em pouco mais de <a href="https://www.instagram.com/p/DVPoCoBFCCM/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">R$ 77 bilhões</a>. Estudo apresentado pela entidade em 2024 indica que <strong>uma redução de 60% nos tributos do setor poderia resultar em aumento de até 210% na arrecadação</strong>, impulsionado pelo avanço do consumo.</p>



<p>Outro ponto de atenção é a volatilidade cambial. Como boa parte dos insumos utilizados na produção de itens para pets é importada, a alta do dólar tende a pressionar custos ao longo de toda a cadeia, o que reduz a margem das empresas e cria um ambiente menos favorável para novos investimentos.</p>



<p>“É preciso reconhecer que, sem mudanças estruturais no ambiente tributário, o cenário continuará restritivo. O turismo pet pode avançar, mas dentro de um mercado que perde força em termos reais”, afirma.</p>
]]></content:encoded>        </item>
            <item>
            <title>Mulheres já são 60% do mercado de medicina veterinária</title>
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            <!-- pubDate RFC-822 -->
            <pubDate>Sat, 07 Mar 2026 09:30:00 +0000</pubDate>
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            <dc:creator><![CDATA[Felipe Siqueira]]></dc:creator><category><![CDATA[Vet Smart]]></category><category><![CDATA[Veterinária]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Destaque]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Mercado veterinário]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Últimas]]></category><media:content url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mulheres-ja-sao-60-do-mercado-de-medicina-veterinaria-1200x675.webp" medium="image" /><enclosure url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mulheres-ja-sao-60-do-mercado-de-medicina-veterinaria-1200x675.webp" length="28830" type="image/jpeg" />
            <description><![CDATA[<p>Dados do CFMV indicam que quase 135 mil mulheres atuam no setor </p>
<p>O post <a href="https://panoramapetvet.com.br/mulheres-ja-sao-60-do-mercado-de-medicina-veterinaria/">Mulheres já são 60% do mercado de medicina veterinária</a> apareceu primeiro em <a href="https://panoramapetvet.com.br">Panorama PetVet</a>.</p>
]]></description>

            <content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-feed"><img src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mulheres-ja-sao-60-do-mercado-de-medicina-veterinaria-1200x675.webp" alt="Mulheres já são 60% do mercado de medicina veterinária" loading="lazy" decoding="async" /></figure>
<p>De acordo com dados compilados pelo <a href="https://panoramapetvet.com.br/noticias-sobre/conselho-federal-de-medicina-veterinaria-cfmv/"><strong>Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV)</strong></a>, as <strong>mulheres representam atualmente 60% do número de médicos veterinários no Brasil</strong>. As informações consideram atualizações de mercado registradas até o início deste mês de março, período em que também é celebrado o Dia Internacional da Mulher.</p>



<p>Hoje pouco mais de 224 mil profissionais estão em atividade no segmento no país. Desse total, quase 135 mil são do gênero feminino, enquanto pouco mais de 89 mil são homens. Os números têm como base os registros disponíveis no próprio CFMV e também nos conselhos regionais de medicina veterinária (CRMVs), que acompanham a evolução da profissão em todo o território nacional.</p>



<p>O avanço da participação feminina na área, no entanto, não é um fenômeno recente. A presença de mulheres na medicina veterinária vem crescendo de forma consistente ao longo dos últimos anos. <a href="https://panoramapetvet.com.br/mulheres-na-medicina-veterinaria/"><strong>Em 2024, por exemplo, elas já representavam 55,7% do total de profissionais</strong></a>. No ano passado, esse percentual <a href="https://panoramapetvet.com.br/mulheres-veterinarias-reforcam-lideranca-feminina-no-setor/"><strong>subiu para 58,5%</strong></a> &#8211; até atingir os atuais 60% observados nas atualizações mais recentes do sistema profissional.</p>



<p><strong>Até 2017, porém, o cenário era diferente. Naquele momento, a maior parte da força de trabalho da medicina veterinária ainda era composta por homens</strong>. A mudança de perfil começou a se consolidar a partir de 2018, quando a participação feminina passou a crescer de forma mais acelerada dentro do contexto do segmento.&nbsp;</p>



<p>“Esse resultado reflete mudanças que vêm ocorrendo ao longo das últimas décadas. Até os anos 1980, a Medicina Veterinária era uma profissão majoritariamente masculina e muito associada às atividades rurais e à produção animal. Com o passar do tempo, o campo de atuação da profissão se ampliou e se diversificou significativamente”, falou a presidente da Comissão Nacional de Valorização da Mulher Médica-Veterinária e Zootecnista do CFMV, Carolina Filippos, à reportagem.</p>



<p>Além disso, complementa, essa transformação também acompanha um movimento mais amplo da sociedade brasileira em que as mulheres passaram a ocupar cada vez mais espaço no ensino superior e em profissões ligadas à saúde, à ciência e ao cuidado. “Esse momento também coincide com um marco institucional relevante. Pela primeira vez em quase 60 anos de história do Conselho Federal de Medicina Veterinária, a instituição é presidida por uma mulher.”</p>



<p>Paralelamente a essa mudança de perfil, o número total de profissionais também tem apresentado crescimento significativo ao longo da última década. Em 2017, por exemplo, eram menos de 120 mil médicos-veterinários cadastrados no sistema do CFMV. Atualmente, esse contingente já se aproxima do dobro do registrado naquele período.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entidades valorizam inserção feminina na agenda setorial</h2>



<p>O setor também testemunha uma crescente preocupação com a inserção das mulheres no mercado de trabalho. Em agosto do ano passado, durante a edição da Pet Vet Expo no Distrito Anhembi, o próprio conselho federal apresentou o Programa CFMV Mulher.</p>



<p>O objetivo é promover a equidade de gênero, o fortalecimento da presença feminina nos espaços de decisão, representação e influência, tanto dentro como fora do Sistema CFMV/CRMVs. O enfrentamento do assédio moral, sexual e da violência de gênero também estão entre as prioridades.</p>



<p>“É uma forma de mostrarmos nosso protagonismo. Quero abrir caminho para que outras mulheres também assumam lugares de destaque nas profissões. Queremos mostrar que nós podemos, sim, ocupar esses lugares”, enfatizou a presidente da entidade, Ana Elisa Almeida.</p>



<p>Já o conselho regional de São Paulo (CRMV-SP) instituiu a partir deste mês uma&nbsp;<a href="https://panoramapetvet.com.br/crmv-sp-anuncia-agenda-da-saude-mental-feminina/">agenda anual</a> de cursos online voltados à saúde mental feminina no segmento. A proposta é <strong>oferecer formação, escuta qualificada e desenvolvimento profissional</strong>, considerando os desafios específicos da trajetória feminina nessas áreas.</p>



<p>“Queremos reforçar o compromisso institucional com&nbsp;<strong>ambientes de trabalho mais saudáveis</strong>&nbsp;e com a valorização profissional das mulheres”, declara&nbsp; <a href="https://panoramapetvet.com.br/valorizacao-da-carreira-veterinaria/">Daniela Pontes Chiebao</a>, presidente do conselho.</p>
]]></content:encoded>        </item>
            <item>
            <title>Maus-tratos a pets podem indicar risco de violência doméstica</title>
            <link>https://panoramapetvet.com.br/maus-tratos-a-pets-podem-indicar-risco-de-violencia-domestica/</link>

            <!-- pubDate RFC-822 -->
            <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 20:05:39 +0000</pubDate>
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            <dc:creator><![CDATA[Juliana de Caprio]]></dc:creator><category><![CDATA[Veterinária]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Mercado Pet]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Pet Care]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Saúde animal]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Últimas]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Veterinária]]></category><media:content url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Design-sem-nome-13-1200x675.webp" medium="image" /><enclosure url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Design-sem-nome-13-1200x675.webp" length="126904" type="image/jpeg" />
            <description><![CDATA[<p>Psicóloga alerta que agressões, ameaças ou desqualificação do vínculo com animais de estimação podem funcionar como sinais de alerta para abusos dentro de casa</p>
<p>O post <a href="https://panoramapetvet.com.br/maus-tratos-a-pets-podem-indicar-risco-de-violencia-domestica/">Maus-tratos a pets podem indicar risco de violência doméstica</a> apareceu primeiro em <a href="https://panoramapetvet.com.br">Panorama PetVet</a>.</p>
]]></description>

            <content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-feed"><img src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Design-sem-nome-13-1200x675.webp" alt="" loading="lazy" decoding="async" /></figure>
<p>A violência contra animais dentro de casa pode ser mais do que um episódio isolado de agressividade. Segundo a psicóloga <a href="https://julianasatopsicologa.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Juliana Sato</a>, esse comportamento pode funcionar como um sinal de alerta para situações de violência doméstica, especialmente contra mulheres.</p>



<p>Às vésperas do <a href="https://panoramapetvet.com.br/mulheres-veterinarias-reforcam-lideranca-feminina-no-setor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dia Internacional da Mulher</a>, celebrado em 8 de março, a especialista chama atenção para um padrão ainda pouco discutido nas relações abusivas – quando o animal de estimação passa a ser alvo de tensão, ameaça ou agressão dentro da casa.</p>



<p>Em entrevista ao <a href="https://panoramapetvet.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Panorama Pet&amp;Vet</strong></a>, Sato explicou que maus-tratos contra pets muitas vezes aparecem dentro de um contexto mais amplo de violência e de diferentes formas. “Maus-tratos contra animais raramente aparecem isoladamente. Frequentemente, fazem parte de um cenário em que também existem agressões contra parceiros, crianças ou outros membros da família”, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o pet vira instrumento de controle </h2>



<p>No cotidiano doméstico, o animal de estimação costuma ocupar um espaço que vai além da companhia. Para muitas pessoas, ele faz parte da rotina, da história pessoal e da organização emocional da vida.</p>



<p>Dentro de relacionamentos abusivos, porém, esse vínculo pode ser explorado pelo agressor. Segundo Sato, o pet pode se transformar em um ponto sensível usado para exercer controle ou intimidação sobre a mulher.</p>



<p>Dentro de relações marcadas por controle e coerção, o animal acaba sendo um canalizador da agressividade. “Ele é vulnerável e, ao mesmo tempo, tem um valor afetivo importante para a mulher e para a família”, explica.</p>



<p>Nesse cenário, agredir o animal, negligenciá-lo ou ameaçar machucá-lo pode funcionar como uma forma indireta de violência contra a companheira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinais que aparecem antes da agressão </h2>



<p>A psicóloga ressalta que a violência doméstica nem sempre começa com agressões físicas. Muitas vezes, ela surge primeiro por meio de comportamentos que desqualificam ou pressionam o outro.</p>



<p>No caso da relação com o pet, esses sinais podem aparecer em atitudes como críticas constantes ao cuidado com o animal, tentativas de impor regras rígidas ou desrespeito ao vínculo afetivo existente.</p>



<p>Quando esse padrão se intensifica, o pet pode se transformar em um instrumento de intimidação. “Em alguns casos, a <a href="https://panoramapetvet.com.br/senado-federal-aprova-estatuto-dos-caes-e-gatos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">agressão ao animal</a> ocorre como uma forma de ameaça à própria mulher. O agressor sabe que aquele vínculo é importante para ela e usa isso como mecanismo de controle”, diz Sato.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A ligação entre violência contra animais e violência doméstica </h2>



<p>A relação entre <a href="https://panoramapetvet.com.br/febraca-lanca-1o-relatorio-de-impacto-da-causa-animal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">maus-tratos a animais</a> e violência interpessoal é discutida em estudos internacionais por meio da chamada <em>Teoria do Elo</em>, que identifica conexões entre diferentes formas de violência dentro do mesmo ambiente familiar.</p>



<p>Segundo essa perspectiva, comportamentos agressivos contra animais podem indicar um padrão mais amplo de violência, associado a fatores como impulsividade, necessidade de controle e dificuldade em lidar com frustrações.</p>



<p>Para a psicóloga, no entanto, é importante diferenciar esse tipo de comportamento de uma simples preferência pessoal. “Não gostar de animais pode ser apenas uma característica individual. O alerta aparece quando isso vem acompanhado de desprezo pelo vínculo da outra pessoa e de pressão para que ela abra mão desse relacionamento afetivo”, explica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um alerta que pode ser percebido por outras pessoas </h2>



<p>Outro ponto importante é que a violência contra animais pode ser percebida por pessoas que estão fora da relação, como vizinhos, familiares ou amigos. Quando um pet apresenta <a href="https://panoramapetvet.com.br/negocios-veterinarios-do-es-sao-obrigados-a-reportar-maus-tratos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sinais de agressão</a>, negligência ou medo constante de algum membro da casa, isso pode indicar que existe um ambiente de risco mais amplo.</p>



<p>“Quando vemos maus-tratos a um animal dentro de casa, é importante entender que isso pode fazer parte de um contexto maior de violência”, alerta a especialista.</p>



<p>Além disso, o medo de que algo aconteça com o pet pode fazer com que muitas mulheres permaneçam em relações abusivas por mais tempo. “O animal muitas vezes representa um vínculo afetivo que a pessoa não quer ou não consegue abandonar. O agressor pode explorar isso para manter o controle”, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que observar esses sinais é importante </h2>



<p>Para ela, reconhecer esse tipo de dinâmica é fundamental para ampliar a compreensão sobre violência doméstica e seus diferentes sinais. Quando o pet se torna alvo constante de hostilidade ou agressões, o problema pode ultrapassar o conflito doméstico e indicar um padrão de comportamento violento.</p>



<p>Casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos podem ser denunciados pelo Disque 181, pela Polícia Militar (190) em situações de flagrante, em delegacias ou por meio de canais do Ministério Público e dos serviços municipais de proteção animal.</p>



<p>Mais do que proteger os animais, observar esses sinais pode ajudar a identificar situações de risco dentro das famílias. “Quando o vínculo com o pet vira alvo dentro de uma relação, muitas vezes o que está em jogo não é o animal em si, mas a forma como aquela dinâmica lida com poder, autonomia e controle”, conclui Sato.</p>
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            <item>
            <title>Indústria veterinária cresce 10,1% e mercado se aproxima dos R$ 12 bilhões</title>
            <link>https://panoramapetvet.com.br/industria-veterinaria-cresce-101-e-mercado-se-aproxima-dos-r-12-bilhoes/</link>

            <!-- pubDate RFC-822 -->
            <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 09:30:00 +0000</pubDate>
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            <dc:creator><![CDATA[Leandro Luize]]></dc:creator><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Vet Smart]]></category><category><![CDATA[Veterinária]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Destaque]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Indústria veterinária]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Saúde animal]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Últimas]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Veterinária]]></category><media:content url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/industria-veterinaria-cresce-101-e-mercado-se-aproxima-dos-R-12-bilhoes-1200x675.webp" medium="image" /><enclosure url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/industria-veterinaria-cresce-101-e-mercado-se-aproxima-dos-R-12-bilhoes-1200x675.webp" length="50092" type="image/jpeg" />
            <description><![CDATA[<p>Setor mantém ritmo de dois dígitos de alta e vê<br />
mercado pet quase dobrar participação em uma década</p>
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]]></description>

            <content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-feed"><img src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/industria-veterinaria-cresce-101-e-mercado-se-aproxima-dos-R-12-bilhoes-1200x675.webp" alt="Indústria veterinária cresce 10,1% e mercado se aproxima dos R$ 12 bilhões" loading="lazy" decoding="async" /></figure><p>A <a href="https://panoramapetvet.com.br/veterinaria/">indústria brasileira de saúde animal</a>, depois de superar pela primeira vez a cifra de <a href="https://panoramapetvet.com.br/industria-veterinaria-chega-a-receita-inedita-de-r-10-bilhoes/">R$ 10 bilhões</a> em 2022, manteve a trajetória ascendente e fechou o ano passado com faturamento de R$ 11,9 bilhões. O avanço foi de 10,1% sobre o mesmo período anterior. No acumulado desde 2019, último ano antes da pandemia de Covid-19, o salto é de expressivos 84%.</p>



<p>Os números são referentes ao demonstrativo de resultados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan). Entre os vetores dessa expansão, <strong>o segmento de animais de companhia se destaca como o principal motor de transformação estrutural</strong>. Há uma década, representava apenas 17% do volume de negócios das indústrias veterinárias. Neste ano, alcançou 27% de participação.</p>



<p>O avanço reflete mudanças profundas no comportamento da população urbana, que passou a investir mais em bem-estar, prevenção e longevidade dos pets. “Vacinas, antiparasitários, suplementos e medicamentos especializados ganham espaço em um mercado cada vez mais orientado por protocolos de cuidado contínuo e pela humanização dos animais de estimação”, contextualiza <a href="https://www.linkedin.com/in/emilio-salani-84750a78/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Emílio Salani</a>, vice-presidente executivo da entidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center">Faturamento da indústria veterinária<br>(resultado a cada cinco anos em bilhões de R$)</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="965" height="461" loading="lazy" src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pt-vt-06.03-1-e1772656481405.webp" alt="" class="wp-image-496304" srcset="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pt-vt-06.03-1-e1772656481405.webp 965w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pt-vt-06.03-1-e1772656481405-300x143.webp 300w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pt-vt-06.03-1-e1772656481405-150x72.webp 150w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pt-vt-06.03-1-e1772656481405-768x367.webp 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="graficos-pt-vt-06.03-1"><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Sindan</figcaption></figure>



<p>Com mais de 160 milhões de pets, segundo o IBGE, o Brasil figura como o terceiro maior mercado mundial em população de animais de companhia, atrás apenas de Estados Unidos e Reino Unido. Para Salani, esse contingente sustenta uma <strong>demanda crescente por soluções terapêuticas e preventivas</strong>, impulsionando a diversificação do portfólio industrial e estimulando investimentos em inovação.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center">Participação de mercado por espécie<br>(em bilhões de R$ e %/total a cada cinco anos)</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><figure><img decoding="async" width="967" height="675" loading="lazy" src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pt-vt-06.03-2-967x675.webp" alt="" class="wp-image-496305" srcset="" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="graficos-pt-vt-06.03-2"><figcaption>Fonte: Sindan</figcaption></figure></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Antiparasitários lideram, biológicos avançam</h2>



<p>Na análise por classes terapêuticas, os antiparasitários permanecem na liderança, respondendo por 29% das vendas totais. Os produtos biológicos, especialmente vacinas, ocupam a segunda posição, com 21% de participação. “O desempenho é impulsionado por programas de imunização e pela crescente conscientização sobre a importância da prevenção de doenças em diferentes espécies”, reforça o dirigente.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center">Vendas por classes terapêuticas<br>(em bilhão de R$ e % total)</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="965" height="450" loading="lazy" src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pt-vt-06.03-3-e1772656636844.webp" alt="" class="wp-image-496306" srcset="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pt-vt-06.03-3-e1772656636844.webp 965w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pt-vt-06.03-3-e1772656636844-300x140.webp 300w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pt-vt-06.03-3-e1772656636844-150x70.webp 150w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pt-vt-06.03-3-e1772656636844-768x358.webp 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="graficos-pt-vt-06.03-3"><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Sindan</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Brasil entre os líderes globais</h2>



<p>No cenário internacional, o país consolida posição de destaque. De acordo com a Health for Animals, que representa a indústria global do setor, o Brasil forma 6% do mercado mundial de saúde animal, estimado em cerca de US$ 28 bilhões (R$ 146 bilhões). É hoje o terceiro principal mercado do mundo, atrás apenas de Estados Unidos e China.</p>



<p>A América Latina, que movimentou US$ 3,33 bilhões (R$ 17,4 bi) e registrou a maior taxa de expansão regional, reflete o peso brasileiro: o país já concentra aproximadamente dois terços do mercado latino-americano de saúde animal. Para efeito de comparação, a América do Norte segue como maior mercado global, com US$ 11,86 bilhões (R$ 62 bi e 42,3% do total), enquanto a Europa alcançou US$ 8,04 bilhões (R$ 42 bi e 28,7%).</p>
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            <item>
            <title>FeLV pode encurtar vida de gatos e demanda esquema vacinal</title>
            <link>https://panoramapetvet.com.br/felv-pode-encurtar-vida-de-gatos-e-demanda-esquema-vacinal/</link>

            <!-- pubDate RFC-822 -->
            <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 09:30:00 +0000</pubDate>
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            <dc:creator><![CDATA[Juliana de Caprio]]></dc:creator><category><![CDATA[Veterinária]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Destaque]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Mercado Pet]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Pet Care]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Saúde animal]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Últimas]]></category><media:content url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FeLV-pode-encurtar-vida-de-gatos-e-demanda-esquema-vacinal-1200x675.webp" medium="image" /><enclosure url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FeLV-pode-encurtar-vida-de-gatos-e-demanda-esquema-vacinal-1200x675.webp" length="23944" type="image/jpeg" />
            <description><![CDATA[<p>Veterinária orienta sobre escolha adequada das vacinas<br />
múltiplas e reforça necessidade de protocolo individualizado no país</p>
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]]></description>

            <content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-feed"><img src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/FeLV-pode-encurtar-vida-de-gatos-e-demanda-esquema-vacinal-1200x675.webp" alt="FeLV pode encurtar vida de gatos e demanda esquema vacinal" loading="lazy" decoding="async" /></figure>
<p>A <a href="https://panoramapetvet.com.br/mercado-felino-consolida-novo-ciclo-de-crescimento-no-brasil/">leucemia felina (FeLV)</a>, doença altamente contagiosa e sem cura, pode reduzir a expectativa de vida dos gatos para apenas dois ou três anos após o diagnóstico. Diante da alta circulação do vírus no Brasil, <a href="https://br.linkedin.com/in/kathia-almeida-soares-4583071b1" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Kathia Soares</a>, médica veterinária e coordenadora técnica da MSD Saúde Animal, defende um protocolo vacinal individualizado e testagem prévia como estratégia essencial de prevenção.</p>



<p>O vírus da FeLV é altamente contagioso, podendo ser contraído por meio de uma briga ou lambedura, e não tem cura. Em alguns animais, pode permanecer silenciosa por um período. Quando surgem manifestações clínicas, como imunossupressão, anemias e tumores, a expectativa de vida é baixa, equivalente a, no máximo, mais 2 ou 3 anos.</p>



<p>“É muito triste quando a gente diz para um responsável que não tem o que ser feito, a partir de um diagnóstico, e que algo poderia ter sido feito antes”, afirmou a especialista, em entrevista ao <a href="https://panoramapetvet.com.br/"><strong><em>Panorama Pet&amp;Vet</em></strong></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Protocolo deve considerar risco epidemiológico </h2>



<p>De acordo com Soares, o <strong>protocolo vacinal deve considerar o contexto epidemiológico brasileiro e o estilo de vida do animal</strong>. “No Brasil, onde a pressão de infecção é alta, o protocolo personalizado não é um luxo, mas uma necessidade”, afirma.</p>



<p>Ela compara o tratamento feito no Brasil com o de países do exterior que já conseguiram diminuir o número de casos. Para a veterinária, isso está atrelado ao fato deles testarem os gatos e os diagnosticarem entre positivos e negativos e, a partir daí, promover uma segregação para vacinar os negativos.</p>



<p>“Não que a gente não faça isso no Brasil, nós fazemos. Porém, ainda estamos engatinhando nesse processo. Precisamos de cada vez mais veterinários trabalhando dessa forma para diminuir o número de casos”, complementa.</p>



<p>A vacinação contra FeLV deve ocorrer em todos os filhotes até um ano de idade e para adultos considerados grupo de risco, sendo aqueles com acesso à rua, que estão em constante contato com outros gatos e que frequentam creches e hotéis. Antes de iniciar o protocolo específico, é indispensável resultado negativo em teste diagnóstico.</p>



<p>Soares explica que o protocolo vacinal tem início aos 9 meses de idade, com múltiplas doses até 16 semanas de idade. Uma nova dose é aplicada aos 6 meses e, depois, em um intervalo anual, sendo avaliado se o felino continuará com a vacina quíntupla ou se irá para uma tríplice ou quádrupla.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tríplice, quádrupla ou quíntupla: qual a diferença?</h2>



<p>Entre as vacinas múltiplas disponíveis, a tríplice protege contra rinotraqueíte, calicivirose e panleucopenia.</p>



<p>Já a quádrupla é composta pelos componentes da anterior, com acréscimo de uma cobertura contra clamidiose, enfermidade ocular ligada à conjuntivite e secreção.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A quíntupla, por fim, inclui proteção contra o FeLV.</h3>



<p>As recomendações internacionais da World Small Animal Veterinary Association (WSAVA) classificam as <a href="https://panoramapetvet.com.br/julho-dourado-as-vacinas-essenciais-para-os-pets/">vacinas em essenciais</a> e não essenciais. São consideradas essenciais aquelas que protegem contra herpesvírus, calicivírus, panleucopenia e raiva. Para a leucemia felina, depende da incidência de casos em cada região.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Imunização e conceito de Saúde Única </h2>



<p>Além das múltiplas, a imunização deve ser concluída com a <a href="https://panoramapetvet.com.br/cresce-aposta-de-redes-de-supermercados-no-mercado-pet/">vacina antirrábica</a>, obrigatória por lei e alinhada ao conceito de Saúde Única, que integra saúde animal, humana e ambiental.</p>



<p>Embora gatos que vivem exclusivamente em apartamento apresentem menor exposição, a vacinação segue sendo indispensável. “O tutor não costuma ter tanta clareza sobre o que é ter acesso à rua. Já conversei com responsáveis que diziam que o gato não passeia, apenas vai no telhado da vizinha ou no quintal e volta”, afirma Soares. Ela reforça que essa “saidinha” já é suficiente para colocar os gatos em exposição para ter contato com outros felinos, mesmo que indiretamente.</p>



<p>A indústria oferece diferentes <a href="https://panoramapetvet.com.br/linha-inovadora-de-vacinas-para-gatos-chega-no-brasil/">combinações de imunizantes</a>, permitindo ao médico-veterinário ajustar a cobertura ao perfil de cada paciente. Como resume Kathia Soares, não existe vacina superior em termos absolutos, mas estratégia adequada para cada fase da vida e condição de exposição.</p>



<p>Quando questionada se a verticalização das cidades e o aumento de lares com múltiplos gatos poderia aumentar o risco epidemiológico felino, Soares afirma que, na verdade, no momento, “<strong>estamos em um caminho inverso</strong>”. Segundo ela, o maior acesso à informação por parte de tutores tem feito com que esse tipo de problema seja mitigado.</p>



<p>“Embora o número de gatos esteja aumentando, a gente tem a oportunidade de reduzir essa casuística, tendo em vista todas essas informações das quais temos acesso”, conclui. Para a especialista, tudo isso passa pela ampla conscientização de tutores e veterinários.</p>
]]></content:encoded>        </item>
            <item>
            <title>Marca premium especial da MBRF PET ganha snack para cães</title>
            <link>https://panoramapetvet.com.br/marca-premium-especial-da-mbrf-pet-ganha-snack-para-caes/</link>

            <!-- pubDate RFC-822 -->
            <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 19:30:00 +0000</pubDate>
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            <dc:creator><![CDATA[Juliana de Caprio]]></dc:creator><category><![CDATA[Lançamentos]]></category><category><![CDATA[Rações e Petiscos]]></category><media:content url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/lancamento-gran-plus-1200x675.webp" medium="image" /><enclosure url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/lancamento-gran-plus-1200x675.webp" length="70474" type="image/jpeg" />
            <description><![CDATA[<p>Com 33% de proteína, os Bifinhos GranPlus não têm corantes artificiais ou adição de ingredientes transgênicos, como a soja</p>
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]]></description>

            <content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-feed"><img src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/lancamento-gran-plus-1200x675.webp" alt="Marca premium especial da MBRF PET ganha snack para cães" loading="lazy" decoding="async" /></figure>
<p>A <a href="https://panoramapetvet.com.br/granplus-lanca-pates-para-caes-e-gatos/">GranPlus</a>, marca da MBRF Pet, lança a <em>Bifinhos GranPlus</em>, linha de snacks para cães de todos os portes e idades. Com <strong>proteína de origem 100% animal</strong>, o lançamento reforça a estratégia da marca no segmento de petiscos.</p>



<p>Disponíveis em embalagens de 60 g, os bifinhos chegam ao mercado em três sabores – lombo suíno grelhado, carne grelhada e frango assado. Os snacks possuem <strong>33% de proteína e são livres de corantes artificiais e ingredientes transgênicos</strong> como a soja.</p>



<p>Desenvolvidos para diferentes momentos da rotina, os petiscos podem ser oferecidos como agrado, recompensa e reforço positivo, inclusive em atendimentos de <a href="https://panoramapetvet.com.br/pet-care-deve-movimentar-quase-r-100-bi-em-sete-anos/">clínicas veterinárias</a>. A proposta é melhorar a experiência do animal e estimular a aceitação alimentar.</p>



<p>Segundo a médica-veterinária da GranPlus, <a href="https://www.linkedin.com/in/mayara-martins-7272238b/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Mayara Andrade</a>, os snacks podem ser incluídos de forma segura na dieta. “A recomendação é que até <strong>90% das calorias do dia dos pets devem vir dos alimentos completos</strong> e balanceados e até <strong>10% dos petiscos</strong>. Para ajudar nesse cálculo, orientamos que o tutor sempre peça ajuda ao veterinário que acompanha seu pet<em>&#8220;, </em>orienta.</p>



<p>A GranPlus é uma das marcas líderes no segmento Premium Especial e aposta em <strong>produtos que combinam sabor, nutrição e conexão emocional</strong>.</p>



<p><strong>Distribuição:</strong> Varejo especializado<br><strong>Gerente executivo comercial da linha pet</strong>: Gustavo Greco &#8211; <a href="mailto:gustavo.greco@mbrf.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gustavo.greco@mbrf.com</a></p>
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            <item>
            <title>Lei de sepultamento de pets é avanço, apontam especialistas, mas critérios precisam ser claros</title>
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            <!-- pubDate RFC-822 -->
            <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 09:30:00 +0000</pubDate>
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            <dc:creator><![CDATA[Marcia Arbache]]></dc:creator><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Vet Smart]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Destaque]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Mercado de sepultamento]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Mercado Pet]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Pet Care]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Últimas]]></category><media:content url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/lei-de-sepultamento-de-pets-e-avanco-1200x675.webp" medium="image" /><enclosure url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/lei-de-sepultamento-de-pets-e-avanco-1200x675.webp" length="328526" type="image/jpeg" />
            <description><![CDATA[<p>Entidades ressaltam alinhamento a mudanças na sociedade e defendem regulamentação </p>
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            <content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-feed"><img src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/lei-de-sepultamento-de-pets-e-avanco-1200x675.webp" alt="Lei de sepultamento de pets é avanço, apontam especialistas, mas critérios precisam ser claros" loading="lazy" decoding="async" /></figure>
<p>A recente sanção da lei estadual que autoriza, em São Paulo, o sepultamento de cães e gatos nos jazigos das famílias de seus tutores é vista como um avanço pelo setor cemiterial. No entanto, de acordo com especialistas, ainda demanda regulamentação técnica e diálogo com os municípios para ser aperfeiçoada.</p>



<p>Segundo <a href="https://www.linkedin.com/in/leonardobattistuzzoadv" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Leonardo Battistuzzo</a>, advogado especialista em direito funerário e consultor jurídico do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep) e da Associação dos Cemitérios e Crematórios do Brasil (Acembra), a principal mudança é a autorização para que os municípios regulamentem essa prática, seja em cemitérios públicos ou particulares. “É um tema de interesse local. Portanto, cabe às prefeituras como isso será implementado”, explica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudança cultural na sociedade</h2>



<p>Para o consultor jurídico, a medida acompanha uma transformação social já consolidada. Ele lembra que o próprio debate em torno da reforma do Código Civil caminha para reconhecer os animais como seres <a href="https://panoramapetvet.com.br/senado-federal-aprova-estatuto-dos-caes-e-gatos/?_gl=1*4ej9le*_up*MQ..*_gs*MQ..&amp;gclid=CjwKCAiAh5XNBhAAEiwA_Bu8FYB9KAV-D8P6pFKS_qOrP_KeQW7lY4NcNIc6s-K3VjoofEN8AfSVzRoCDFEQAvD_BwE&amp;gbraid=0AAAAA-f8efud4qhwcNbgMHrsKZ4QO5JXO">sencientes</a>. “Os animais de estimação fazem cada vez mais parte das famílias brasileiras. A legislação precisa acompanhar esse movimento, que reforça a necessidade de atualização das normas relacionadas ao setor funerário’’, diz.</p>



<p><strong>Sincep e Acembra, que reúnem de 300 a 400 associados em todo o país</strong> – entre cemitérios e crematórios – aprovam a iniciativa. No entanto, as entidades defendem que a regulamentação seja construída com <strong>critérios técnicos claros</strong>. Entre os pontos que precisam ser detalhados estão as regras para realização do sepultamento, o tempo de permanência, exigências sanitárias e impactos ambientais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entidades defendem regulamentação segura e viável</h2>



<p>Battistuzzo ressalta que as entidades têm se colocado à disposição do poder público para contribuir com a experiência acumulada pelo setor. “É um ecossistema que envolve empresários, poder público e sociedade. É preciso <strong>diálogo para uma regulamentação segura</strong> e viável”, comenta.</p>



<p>No caso de cremação de pets, por exemplo, a prática já é permitida e realizada por diversos crematórios especializados, inclusive com cerimônias semelhantes às humanas e a devolução das cinzas aos tutores. A prática é mais comum para cães e gatos, mas pode se estender a outros animais de estimação, a depender das condições técnicas do crematório.</p>
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            <item>
            <title>Oferta de crédito para PMEs do mercado pet se multiplica</title>
            <link>https://panoramapetvet.com.br/oferta-de-credito-para-pmes-do-mercado-pet-se-multiplica/</link>

            <!-- pubDate RFC-822 -->
            <pubDate>Tue, 03 Mar 2026 09:30:00 +0000</pubDate>
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            <dc:creator><![CDATA[Marcia Arbache]]></dc:creator><category><![CDATA[Mercado]]></category><category><![CDATA[Vet Smart]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Destaque]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Economia]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Empreendedorismo]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Mercado Pet]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Pet Care]]></category><category domain="tag"><![CDATA[Últimas]]></category><media:content url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/oferta-de-credito-para-PMEs-do-mercado-pet-se-multiplica-1200x675.webp" medium="image" /><enclosure url="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/oferta-de-credito-para-PMEs-do-mercado-pet-se-multiplica-1200x675.webp" length="63904" type="image/jpeg" />
            <description><![CDATA[<p>Linhas de financiamento para toda a cadeia<br />
produtiva têm condições mais vantajosas</p>
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            <content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-feed"><img src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/oferta-de-credito-para-PMEs-do-mercado-pet-se-multiplica-1200x675.webp" alt="Oferta de crédito para PMEs do mercado pet se multiplica" loading="lazy" decoding="async" /></figure><p>A vitalidade do <a href="https://panoramapetvet.com.br/mercado/">mercado pet</a> tem atraído a atenção de instituições bancárias e entidades civis e de fomento quanto à necessidade de apoiar empreendedores. Em toda a cadeia produtiva, especialmente entre pequenos e médios negócios, a oferta de crédito se amplia. Financiamentos em condições mais favoráveis dão suporte à expansão, manutenção e modernização das empresas.</p>



<p>No estado de São Paulo, <strong>o Programa Banco do Povo Paulista (BPP) já liberou R$ 3,759 bilhões desde 1998, somando 581 mil operações</strong>. “Embora pouco conhecido, estamos disponível em praticamente todo o estado. Diferentemente das linhas tradicionais de financiamento, o programa apoia também empreendedores que não têm CNPJ. O limite de crédito é de até R$ 21 mil por operação”, relata <a href="https://www.linkedin.com/in/marcos-akamine-wolff/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Marcos Wolff</a>, diretor de Políticas de Fomento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE-SP).</p>



<p>Entre 2023 e o início de 2026, o <strong>setor pet recebeu R$ 3,512 milhões</strong>. O valor liberado no ano passado somou R$ 1,02 milhão e foi destinado a 66 operações. Em 2026, até o momento, dois <a href="https://panoramapetvet.com.br/regulacao-da-medicina-veterinaria-expoe-lacunas-na-legislacao/">financiamentos</a> somaram R$ 42 mil. A maior parte dos recursos foi destinada a atividades de higiene e embelezamento animal.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="967" height="471" loading="lazy" src="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pano-pet-e-vet-03-03.webp" alt="" class="wp-image-496285" srcset="https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pano-pet-e-vet-03-03.webp 967w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pano-pet-e-vet-03-03-300x146.webp 300w, https://panoramapetvet.com.br/wp-content/uploads/2026/03/graficos-pano-pet-e-vet-03-03-150x73.webp 150w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" title="graficos-pano-pet-e-vet-03-03"></figure>



<p>O crédito também pode beneficiar <a href="https://panoramapetvet.com.br/atendimento-veterinario-aumenta-89-no-carnaval/">clínicas veterinárias</a>, hospedagem, criadores e fornecedores da cadeia, como fabricantes de acessórios, roupas e brinquedos. Wolff cita o caso do veterinário que usou o limite máximo de R$ 21 mil para adquirir um aparelho de ultrassom. “Antes, era preciso encaminhar o animal a outra clínica para o exame. Com o equipamento próprio, ampliou o atendimento e a receita”, comenta. </p>



<p>O BPP opera em parceria com municípios conveniados, atualmente 560, que mantêm unidades de crédito e atendimento presencial. Para solicitar o financiamento, é necessário ter mais de 18 anos. Os interessados não devem estar negativados e apresentar um plano de uso do recurso vinculado à atividade produtiva. O empreendedor deve comprovar a aplicação no negócio com nota fiscal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Juros abaixo da inflação</h2>



<p>Um dos principais atrativos é a <strong>taxa de juros a partir de 0,35% ao mês, cerca de 4,25% ao ano, abaixo da inflação anual</strong>. Em caso de dificuldade, o programa permite renegociação. Hoje são três linhas com prazos de 30 a 36 meses e carência de 60 a 90 dias.</p>



<p>Para acessar o crédito, é necessário apresentar certificado de curso de qualificação empreendedora oferecido em parceria com o Sebrae. A capacitação online tem 12h30 de duração e contribui para reduzir inadimplência e melhorar a gestão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Caixa Econômica tem canal específico para o setor</h2>



<p>A Caixa Econômica Federal também prioriza o mercado pet. Desde 2023 mantém atendimento específico para empresas do segmento, com condições diferenciadas, parcerias e uma promoção anual dedicada ao setor. “Definimos um mês específico e, durante esse período, há redução de taxas e condições especiais de contratação”, explica o gerente-executivo <a href="https://br.linkedin.com/in/dalton-valle-55941756" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Dalton Valle</a>.</p>



<p>Outro pilar é o Programa Parceria Caixa, que oferece vantagens a associados de entidades representativas como Abinpet e Abempet. Empresas vinculadas têm <strong>taxas diferenciadas, isenção ou descontos em serviços bancários e melhores condições de financiamento</strong>. A instituição avalia ampliar parcerias com entidades do setor veterinário e hospitalar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Capital de giro lidera demanda</h2>



<p>Entre as modalidades mais buscadas está o <a href="https://panoramapetvet.com.br/criacao-da-uniao-pet-lanca-alerta-de-desequilibrio-no-mercado/">capital de giro</a>, que oferece flexibilidade na aplicação dos recursos. A linha pode ser usada para pagamento de fornecedores, folha, estoque, melhorias e expansão. Financiamentos para investimento fixo, como aquisição de equipamentos de maior porte para hospitais veterinários, são mais pontuais, mas fazem parte do portfólio disponível.</p>



<p>O atendimento da Caixa contempla desde micro e pequenas empresas até grandes redes e franquias. Os limites são definidos conforme porte e capacidade de pagamento. Embora não divulgue números específicos, a instituição afirma atender milhares de clientes do segmento pet.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fundo do Sebrae facilita acesso a financiamentos</h2>



<p>Empreendedores que têm dificuldade para oferecer garantias contam com o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe) do Sebrae, que atua como garantidor parcial das operações junto a instituições financeiras. “Não se trata de uma linha, mas de <strong>um mecanismo que facilita o acesso de MEIs</strong>, micro e pequenas empresas ao crédito”, detalha <a href="https://www.linkedin.com/in/reginaldo-oliveira-aa6b99135/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Reginaldo Oliveira</a>, consultor de negócios do Sebrae/SP.</p>



<p>O fundo atende MEIs com faturamento de até <strong>R$ 81 mil, microempresas até R$ 360 mil e empresas de pequeno porte até R$ 4,8 milhões</strong>. Em São Paulo, há convênios com cooperativas como Sicoob, Sicredi, Accrédito e Cresol. Após análise, o empreendedor pode ter a garantia de financiamento de até 80% da operação, permanecendo responsável pelo pagamento integral da dívida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prazo de carência amplia planejamento</h2>



<p>As taxas variam conforme a instituição e o risco de crédito, geralmente entre 1,19% e 1,59% ao mês. Um dos atrativos é a carência, que pode chegar a nove meses para MEIs e até um ano para micro e pequenas empresas. Há taxa de aval aproximada de 0,1%, diluída nas parcelas.</p>



<p>A carência permite organizar o fluxo de caixa e preparar o início do pagamento. Os recursos podem ser usados para capital de giro, investimentos, compra de equipamentos, reforma, marketing ou reforço de estoque.</p>
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