Sebrae/PR destaca tendências para impulsionar pequenos negócios pet
Guia gratuito reúne nove tendências de consumo e aponta oportunidades em um mercado que deve crescer 9,6% em 2026
Guia gratuito reúne nove tendências de consumo e aponta oportunidades em um mercado que deve crescer 9,6% em 2026
por Juliana de Caprio em
e atualizado em
O Sebrae/PR lançou o Guia de Tendências – Especial Pet, material gratuito que apresenta oportunidades para pequenos empreendedores acompanharem as transformações do mercado pet brasileiro. O segmento movimenta cerca de R$ 80 bilhões no país e tem expectativa de crescimento de 9,6% em 2026, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).
O estudo reúne nove tendências de consumo ligadas às mudanças no comportamento dos tutores, que têm priorizado aspectos como bem-estar, saúde, conveniência e qualidade de vida dos animais de estimação.
De acordo com Mauricio Reck, consultor do Sebrae/PR, as tendências podem ajudar pequenos negócios a desenvolver diferenciais competitivos e fortalecer o relacionamento com os clientes.
“O ponto-chave está em criar uma proposta de valor própria, sem competir no mesmo jogo das grandes redes. A especialização em nichos, a integração de serviços e o atendimento humanizado ajudam a fortalecer a relação com o cliente e aumentar a fidelização”, afirma.
No Paraná, o setor conta com 18.672 empreendimentos ativos, segundo dados do Cadastro Sebrae de Empresas com base na Receita Federal. As microempresas representam a maior parcela, com 9.744 negócios, seguidas pelos microempreendedores individuais (7.999) e empresas de pequeno porte (688).
Entre as tendências destacadas pelo guia está o avanço da chamada “Geração Pet”, formada por consumidores mais jovens que enxergam os animais como integrantes da família e valorizam marcas com propósito, personalização e forte presença digital.
A saúde preventiva também aparece como uma das principais oportunidades para o setor. Alimentação personalizada, produtos funcionais, acompanhamento nutricional e check-ups regulares estão entre as demandas que ganham espaço entre os tutores.
Para Reck, a capacidade de adaptação das pequenas empresas é uma vantagem estratégica diante das mudanças no comportamento dos tutores. “Esse é um trunfo dos pequenos negócios: testar, ajustar e responder mais rapidamente às mudanças de comportamento dos consumidores. Quando bem aplicada, essa agilidade se torna um diferencial competitivo frente à concorrência”, destaca.
Estudante de Jornalismo na Fundação Casper Líbero. Colabora na produção de notícias e conteúdos do portal Panorama Pet&Vet.
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