Já imaginou ir à uma cafeteria e o garçom ser um cachorro? Essa situação está se tornando comum na China.
Ao CNN Travel, a estudante Jane Xu, de 27 anos, relata que levou sua cachorrinha para seu primeiro dia de trabalho em uma cafeteria para cachorros localizada na cidade de Fuzhou.
“Me sinto como uma mãe levando a filha para a escola”, disse Jane. A estudante conta que queria que sua cachorrinha “experimentasse uma vida diferente”, já que ela e seu parceiro costumam sair nos fins de semana.
Os cafés com animais de estimação estão em ascensão na China. Como? Os clientes pagam para interagir com os animais de estimação que circulam pelos estabelecimentos. A taxa de entrada costuma variar entre 30 e 60 yuans (cerca de R$ 20 a R$ 40), ou o cliente pode fazer um pedido, como um café.
Além de fornecer companhia, essa tendência ajuda a reduzir custos. No caso de Jane, por exemplo, a jovem economiza ao levar sua cadelinha para “trabalhar” no café em vez de deixá-la em casa.
Por mais que prática seja divertida e fofa, também reflete o aumento de animais de estimação na China. Segundo estimativas da Goldman Sachs, o número de pets deve superar o de crianças em breve no país.
Estuda jornalismo na Universidade Nove de Julho (Uninove) e atua como estagiária no Panorama Pet&Vet. Apaixonada pelo SPFC, também escreve notícias sobre futebol. Já atuou na área de marketing.
Caroline Gomes possui 930 conteúdos publicados no Panorama Pet&Vet. Confira!
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