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Distribuidora pet prevê crescer 20% em 1.800 PDVs

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Distribuidora Pet
Tripet Distribuidora | Foto: Divulgação

Distribuidora pet com sede em Uberlândia (MG), a Tripet aposta na capilaridade e na capacitação como trunfos para alcançar a meta de crescer 20% neste ano. Com foco na parceria com fornecedores líderes de mercado, a empresa viu sua receita avançar 25% em 2023 na comparação com 2022.

Com centro de distribuição de 2.200 m² e 1.500 SKUs em estoque, a companhia no Triângulo Mineiro também atua nas regiões do Alto Paranaíba, norte e noroeste de Minas Gerais e no sudoeste do estado de Goiás.

Mais de 1.800 empresas integram a carteira de clientes, incluindo pet shops, clínicas veterinárias, agropecuárias, gatis, canis, associações de proteção animal e ONGs devidamente registradas em suas respectivas entidades e clubes.

“Mas não nos reconhecemos apenas como uma intermediária na compra e venda de produtos. Por meio de um calendário de palestras com especialistas em diversas áreas, proporcionamos conhecimento aos atores da cadeia pet da região, incluindo médicos veterinários, balconistas, groomers e tutores”, explica o sócio-diretor Paulo Cesar Maciel em entrevista ao Panorama PetVet. Ele também preside a Andipet, associação mais representativa do segmento.

Com exatos 30 anos de mercado, a distribuidora trabalha com fornecedores líderes no segmento pet: iniciou suas atividades com produtos da Pfizer, atualmente Zoetis, e da Royal Canin. Entre seus parceiros de longa data destaca-se também a Vetnil, com a qual a Tripet mantém acordo comercial há 27 anos.

Distribuidora pet busca superar gargalos no interior do país

A sinergia com a Andipet permite que a distribuidora pet recrute especialistas para manter treinamentos periódicos junto aos estabelecimentos atendidos.

“O mercado pet brasileiro está em um processo de amadurecimento e, há dez anos, em expansão. No entanto, o interior do país apresenta um comportamento de demanda e consumo mais retraído em comparação com algumas capitais. Isso requer uma análise mais detalhada das oportunidades e um olhar mais atento para a qualificação setorial”, argumenta.

Maciel destaca outra barreira, associado à carga tributária no Brasil. Cada R$ 1 em vendas gera R$ 0,54 de imposto. Ele ainda aponta que as grandes redes, ao adquirirem produtos diretamente da indústria, ampliam o poder de barganha e a oferta de preços mais baixos ao consumidor final.

“O pequeno e médio varejo pet ainda convive com escassez de mão de obra qualificada tanto em áreas específicas, como cuidados com cães e gatos, quanto nas competências necessárias para gerenciar carteiras de clientes”, enfatiza.

O caminho para superar esses desafios, na sua visão, passa pela capacitação e também pelo senso de comunidade, por meio de ações que engajem a rede de clientes e tutores do entorno. “Colaboramos ativamente com ONGs de proteção animal e indivíduos engajados em promover o bem-estar dos pets, o que vai ao encontro do nosso propósito social”, diz.

A atenção à sustentabilidade é outra estratégia da distribuidora pet. “Recentemente consultamos um especialista para mapear áreas de melhoria, focando em ações concretas como a significativa redução do uso de papel e a implementação de um sistema de logística reversa para caixas de isopor”, observa.

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