Brasil tem mercados pet diferentes por região A presença de cães e gatos nos lares brasileiros varia significativamente entre os estados. Segundo a PNS/IBGE, cães estão presentes em 46,1% dos domicílios, enquanto gatos aparecem em 19,3%. Para indústria, varejo e serviços veterinários, o mapa regional ajuda a orientar distribuição, comunicação e expansão.

64,8% dos domicílios de Rondônia têm pelo menos um cachorro — o maior percentual do país. Outros estados com índices elevados: • Mato Grosso do Sul: 61,5% • Mato Grosso: 61,2% • Acre: 60% • Roraima: 58,9% No Sul, Paraná e Rio Grande do Sul chegam a 58,7%.

São Paulo, maior mercado consumidor do país em população, registra 45,5% dos domicílios com cães. Minas Gerais chega a 47,8%, enquanto o Rio de Janeiro apresenta 38,1%. O dado mostra que tamanho do mercado e penetração nos lares são métricas diferentes — e podem exigir estratégias comerciais distintas.

Quando o recorte é felino, o ranking muda. Piauí lidera o país, com gatos presentes em 32,6% dos domicílios, seguido por: • Maranhão: 31,5% Ceará: 29,3% • Tocantins: 27,2% • Rondônia: 26,9% O Nordeste concentra alguns dos maiores índices de presença de gatos.

No Sudeste, a presença felina é menor: São Paulo: 16% Minas Gerais: 14,5% Rio de Janeiro: 14,6% Espírito Santo: 13,2% No extremo inferior do ranking está o Distrito Federal, com 10,3% dos domicílios com gatos.

Os dados da PNS/IBGE mostram que o perfil dos lares varia conforme o território. Para Lohan Simões, o recorte regional importa para distribuição, comunicação e expansão, porque “o Brasil não é um único mercado”. Na prática, os indicadores podem apoiar decisões sobre mix de produtos, canais, estoque, comunicação e expansão regional.