Cães vivem mais e mudam o mercado pet Com expectativa média de vida de 12,5 anos, os cães passam mais tempo demandando serviços, produtos e acompanhamento veterinário A longevidade reforça o avanço da medicina preventiva e do cuidado contínuo

Mais tempo de vida exige mais prevenção Consultas, vacinação, alimentação adequada, exames preventivos e controle de parasitas passam a integrar uma rotina que pode durar mais de uma década Para clínicas e profissionais, o desafio é criar uma relação de acompanhamento ao longo da vida

Envelhecimento amplia os cuidados Com mais anos de vida, cães ficam mais expostos a condições que exigem acompanhamento prolongado Problemas de pele, alergias e alterações osteoarticulares podem comprometer a qualidade de vida

Mudanças na mobilidade merecem atenção Dificuldade para subir escadas, redução dos passeios e menos disposição para brincar podem indicar dor Na osteoartrite, sinais graduais podem ser confundidos com o envelhecimento natural

Ter um cão é um compromisso de longo prazo No Brasil, 44% dos domicílios têm pelo menos um cachorro A decisão de adotar envolve tempo, condições financeiras, moradia e acesso a cuidados veterinários durante toda a vida do animal

Longevidade amplia oportunidades e responsabilidades Quanto mais tempo os cães vivem, maior é o período de relacionamento entre tutores, clínicas, médicos veterinários, indústrias e varejo pet Mas a expansão do mercado precisa caminhar ao lado da adoção responsável, prevenção e cuidado contínuo